quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"Cientistas criam método mais rápido para produção de antibióticos"

"Com nova técnica, espera-se que desenvolvimento de antibióticos eficazes contra as superbactérias


Biólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, descobriram um jeito mais rápido de desenvolver antibióticos — uma arma importante no combate às bactérias resistentes. O trabalho resultou em uma tecnologia chamada BCP (Bacterial Cytological Profiling, algo como Perfil Citológico Bacteriano em português). Com o novo método, os pesquisadores conseguiram descobrir quais moléculas podem dar origem a um novo antibiótico mais eficaz do que os já existentes. Atualmente, esse processo de identificação de uma molécula pode levar meses — a nova técnica demora apenas duas horas".


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Portal interativo oferece conteúdo gratuito sobre biotecnologia

O objetivo é mostrar como a ciência está inserida no dia-a-dia das pessoas

“A biotecnologia vai muito além dos muros dos institutos de pesquisa, também está presente na vida das pessoas e por isso é importante conhecer os avanços conquistados por essa ciência”, afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Genética (SBG), professor Carlos Menk. Com o intuito de facilitar o acesso à ciência, o portal “Saiba mais sobre Biotecnologia” oferece conteúdo online para estudantes, professores e quem mais tiver interesse sobre o assunto. O acesso é gratuito e qualquer pessoa pode se inscrever.

O portal é dividido em cinco áreas: biotecnologia, vegetais transgênicos, animais transgênicos, terapia gênica e células-tronco. O destaque são as aplicações da biotecnologia nas mais variadas situações, a exemplo de investigações criminais, testes de paternidade e clonagem. Todo o conteúdo foi desenvolvido com supervisão de pesquisadores e, além de textos, conta com vídeos, mapas, animações e linhas do tempo.

Segundo o professor Carlos Menk, a ferramenta pode ajudar no entendimento do que é de quais são as aplicações possíveis da engenharia genética. “Acreditamos que seremos importante fonte para alunos de ensino médio, cursinhos e até mesmo de universidades.” Além disso, o usuário também pode propor debates sobre os temas nos fóruns interativos e sugerir alterações e inclusões nos assuntos abordados.

Para ter acesso ao conteúdo completo, basta realizar um cadastro no portal: Saiba Mais sobre Biotecnologia

Fonte: CIB

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Brasileiros descobrem novo alvo para tratamento de Parkinson

Corte do neurotransmissor acetilcolina pode reduzir efeitos da doença.
Grupo começou pesquisa na UFMG e hoje trabalha no Canadá.
Tadeu Meniconi
Do G1, em São Paulo

O mal de Parkinson, entre outros efeitos, desregula a produção de neurotransmissores, substâncias químicas que fazem a comunicação entre as células do cérebro. Uma pesquisa publicada pela revista científica “PLoS Biology” mostra que a eliminação de uma dessas substâncias pode evitar que a doença se manifeste.
Trabalhando com camundongos, os cientistas conseguiram, com uma alteração genética, cortar a produção do neurotransmissor acetilcolina em uma região do cérebro chamada de corpo estriado.
saiba mais
Grupo norte-americano revela novo gene ligado à doença de Parkinson
Com o corte, eles perceberam que muitas funções que eram creditadas à acetilcolina são feitas por outro transmissor, chamado glutamato. Por isso, sua ausência não traz consequências graves para o corpo estriado. O resultado foi recebido com surpresa.
“A descoberta é que um mesmo neurônio pode secretar dois tipos de neurotransmissores e que eles podem regular o comportamento de maneira diferente”, afirma Marco Prado, um dos autores da pesquisa. “O conceito já existia, mas não havia evidências, é a primeira vez”, completa.
Prado é brasileiro e começou a pesquisa na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2008, se transferiu com todo o seu grupo para a Universidade de Western Ontario, no Canadá.
Dopamina
A redução na taxa de acetilcolina é importante pela influência que ela causa sobre outro neurotransmissor: a dopamina. Quando uma está em alta, a outra está em baixa. Quando os cientistas cortaram a acetilcolina, a taxa de dopamina dos camundongos subiu.
Isso pode ser usado para tratar o mal de Parkinson, já que ele está relacionado à queda nos níveis de dopamina no corpo estriado do cérebro.
“Uma das coisas que a gente tem expectativa de fazer é usar o mesmo tipo de técnica para tratar um modelo animal da doença de Parkinson”, projeta Prado. Se a técnica der certo em repetidos testes com animais, pode até vir a ser aplicada em humanos, acredita o cientista.

domingo, 22 de maio de 2011

Brasil lança associação para fortalecer o setor de biotecnologia

Ela reúne empresas e entidades do setor e tem como meta impulsionar o segmento que movimenta cerca de US$ 10 bilhões por ano no Brasil. Foi lançada nesta quarta-feira (23), em Brasília (DF), a Associação Brasileira de Biotecnologia (BrBiotec Brasil). A unidade reúne empresas e entidades do setor e tem como meta impulsionar o segmento que movimenta cerca de US$ 10 bilhões por ano no Brasil. A agência tem o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e como missão alinhar o País à agenda biotecnológica internacional. De acordo com informações da Apex, o objetivo é facilitar a criação de parques biotecnológicos, assim como possibilitar o ingresso do Brasil na rota dos grandes investimentos internacionais. Também com o intuito de fortalecer o segmento, o Comitê Nacional de Biotecnologia (CNB) discutiu ontem (24) medidas para alavancar a indústria de biotecnologia no Brasil. Promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o encontro tratou sobre a posição do País em relação ao Protocolo Suplementar de Nagoya-Kuala Lumpur de Responsabilidade e Compensação por danos ambientais. O instrumento criou obrigações para as empresas brasileiras que desenvolvem biotecnologia, em especial para a agricultura. Entrou na pauta, ainda, o andamento da atual Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) de Biotecnologia e o que se espera para a próxima fase do instrumento, que contempla medidas para o período de 2011 a 2014. "Em 2010, a PDP de Biotec cumpriu as metas estabelecidas com o desenvolvimento de projetos em diferentes frentes e a expectativa para 2011 é avançar ainda mais de forma sintonizada com as demandas do Fórum de Competitividade da Biotecnologia", disse a diretora da ABDI, Maria Luisa Campos Machado Leal.

Retirado de: http://biotecinbrasil.blogspot.com/2011/03/novidades-para-biotecnologia-brasileira.html

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aprovada no Brasil nova vacina GM contra doenças que afetam as aves

O produto foi liberado comercialmente pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) após as avaliações de segurança

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou hoje (14/4) uma nova vacina recombinante de uso veterinário. O produto atua contra duas importantes enfermidades em aves, a doença de Marek (caracterizada por tumores em diferentes regiões do corpo) e a laringotraqueíte infecciosa (doença respiratória aguda). Ambas são graves e frequentemente levam o animal à morte.

Com essa aprovação, já são 12 vacinas geneticamente modificadas (todas de uso animal) liberadas para comercialização no Brasil, além de oito variedades de algodão, 5 de soja, 15 de milho e uma levedura para produção de biocombustível.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Biotechnology: an introduction

Biotechnology and gene therapy

Biotecnologia

Fundo Tecnológico vai apoiar biotecnologia e energia alternativa Redação do Site Inovação Tecnológica

16/03/2011

Alvos tecnológicos

A diretoria do BNDES definiu os focos de atuação do Fundo Tecnológico (Funtec) para o exercício de 2011, que contemplará os setores de energia, meio ambiente, saúde, eletrônica, novos materiais, química, transportes e petróleo e gás.

O BNDES Funtec estabelece anualmente alvos de atuação, de forma a direcionar o seu apoio a projetos de desenvolvimento tecnológico e de inovação considerados prioritários ao desenvolvimento produtivo do Brasil.

Ganharam ênfase, em 2011, temas como geração de energia a partir de fontes alternativas, com o desenvolvimento de novas tecnologias para energia eólica, energia solar, biogás e energia a partir de resíduos.

Áreas prioritárias

No segmento de transportes, um dos alvos é o desenvolvimento de baterias para armazenamento de energia para veículos elétricos, além de soluções inovadoras de transporte regional voltadas para a redução da poluição e do consumo energético e para a utilização de energia renovável.

Na área da saúde, a atuação do BNDES Funtec se dará no desenvolvimento de biofármacos, vacinas, terapias celulares e gênicas de origem biotecnológica, não produzidos no país, destinados ao tratamento de doenças oncológicas, autoimunes e dos sistemas nervoso e cardiovascular.

Na eletrônica, um dos destaques será o desenvolvimento de equipamentos capazes de garantir a implementação do Plano Nacional de Banda Larga.

Já no segmento de petróleo e gás, um dos focos será o desenvolvimento de equipamentos e processos de fabricação nas cadeias produtivas.

Inovação estratégica

Com recursos não reembolsáveis e participação de até 90% do valor total do projeto, o BNDES Funtec destina-se a apoiar financeiramente projetos que objetivem estimular o desenvolvimento tecnológico e a inovação de interesse estratégico para o país, em conformidade com programas e políticas públicas do governo federal.

O Fundo destina recursos para projetos apresentados por instituições tecnológicas e de apoio, que contem com a participação de empresas intervenientes que exerçam atividade econômica diretamente ligada ao projeto de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação.

Em 2010, o BNDES Funtec aprovou 27 projetos, com apoio total de cerca de R$ 200 milhões, principalmente nos setores de eletrônica e meio ambiente, que corresponderam, respectivamente, a 27,9% e 21,25% do total dos recursos comprometidos.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Cientistas constroem proteína sintética capaz de sustentar a vida

A descoberta de cientistas da Universidade de Princeton pode ajudar na “construção” de novos sistemas biológicos.

O grupo de pesquisadores desenvolveu sequências genéticas nunca vistas e demonstrou que elas podem produzir substâncias que mantêm a vida em células quase como as proteínas da natureza. “O que fizemos são máquinas moleculares que funcionam bem em organismos vivos embora sejam expressas por genes artificiais”, afirma Michael Hetch, professor de química em Princeton e coordenador da pesquisa. O estudo sugere que os componentes moleculares necessários para a vida não estão restritos àqueles encontrados na natureza.

O trabalho é um avanço na biologia sintética e pode ser usado para desenhar e fabricar componentes biológicos que já não existem naturalmente. Os potenciais usos desse conhecimento incluem diversas áreas, a exemplo da medicina. Um dos cientistas está investigando como a duplicação de proteínas do cérebro pode levar ao mal de Alzheimer, e isto envolve uma pesquisa por compostos que impeçam este processo.

Estas seqüências artificiais têm sido inseridas em várias bactérias mutantes que tiveram alguns genes naturais, indispensáveis para a sobrevivência da célula, previamente apagados. Se a bactéria mutante assumir a nova proteína como sua, a célula poderá sobreviver.
Fonte: Science Daily - 07 de Janeiro de 2011
Retirado de: http://www.cib.org.br/em_dia.php?id=1322

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cientistas identificam genes que podem estar ligados à queda de cabelo

12/11/2010)

A descoberta é o resultado de um estudo com genomas de mais de mil indivíduos com um tipo de calvície chamado alopecia areata.

A alopecia areata é uma doença que atinge de 1% a 2% da população e é caracterizada por queda do cabelo em tufos, criando buracos arredondados no couro cabeludo. Uma pesquisa recente aponta que este tipo de calvície pode ser causada por ataques de células do sistema imune contra folículos capilares.

A descoberta é o resultado de um estudo em que genomas de mais de mil indivíduos com alopecia areata foram comparados a genomas de pessoas sãs. Angela Christiano e sua equipe da Universidade Columbia, em Nova York (Estados Unidos), descobriram 18 genes associados à doença.

A equipe encontrou quantidades maiores de um tipo de proteína em tecidos de folículos capilares de pessoas com alopecia areata do que em amostras de pessoas sem a doença, fornecendo prova adicional do seu envolvimento na enfermidade. O grupo espera que as descobertas abram novos caminhos para o seu tratamento.

"Agora podemos testar o papel desses genes no desenvolvimento da alopecia." diz Rod Sinclair, dermatologista da Universidade de Melbourne, na Austrália. A pesquisa foi publicada na revista científica “Nature”.

Fonte: Nature - 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Cientistas brasileiros descobrem gene de tomate que confere resistência a vírus

Por meio da biotecnologia, pesquisadores isolaram o gene Sw-5, um fator de resistência ao vírus do vira-cabeça encontrado em espécies de tomate silvestre.

Uma pesquisa realizada pela Embrapa Hortaliças em conjunto com a Universidade de Brasília (UnB) poderá, nos próximos anos, reduzir os impactos de uma das principais doenças do tomateiro, o vira-cabeça. De acordo com o pesquisador da Embrapa, Carlos Alberto Lopes, a patologia é causada por vírus e seu controle é complexo. “Por isso a melhor estratégia para resolver o problema está no melhoramento genético”, afirma Lopes.

Por meio da biotecnologia, pesquisadores isolaram o gene Sw-5, um fator de resistência ao vírus do vira-cabeça encontrado em espécies de tomate silvestre. Posteriormente, o gene foi introduzido em variedades comerciais brasileiras que confirmaram a resistência aos principais tipos de vírus.

O próximo passo no desenvolvimento do tomate resistente aos vírus tem a contribuição do pesquisador Érico de Campos Dianese. Ele descobriu uma “impressão digital” que mostra quando um tomateiro é resistente à doença. O novo marcador, derivado do próprio gene Sw-5, é ideal para diferenciar, sem margem de erro, plantas suscetíveis e resistentes.
27/07/2010
Fonte: Embrapa- Julho de 2010

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cientistas desenvolvem tabaco que produz colágeno

O colágeno é a proteína mais abundante no corpo humano e a mais importante em todos os tecidos conectivos.

Cientistas israelenses da Universidade de Jerusalém produziram a réplica do colágeno humano por meio de plantas de tabaco geneticamente modificadas. A importância da pesquisa está ligada ao fato do colágeno ter aplicações médicas como implantes e outros procedimentos da medicina regenerativa.

O colágeno humano foi obtido por meio da expressão de cinco genes diferentes na planta do tabaco. O trabalho foi patenteado e a primeira produção comercial já atraiu o interesse do Japão, dos Estados Unidos, da Europa e de Israel.

O produto atualmente utilizado é feito a partir de animais como bois e porcos, além de cadáveres humanos, o que tem levantado questões éticas sobre o tema. Além disso, a fonte animal pode ser perigosa pela possibilidade de conter vírus que podem ser perigosos para as pessoas, o que não acontece com o novo produto.
O mercado atual de colágeno no mundo é de cerca de U$ 30 bilhões por ano.

Fonte: (CIB) Universidade de Jerusalém - 10 de Junho

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Novo trigo pode ajudar a combater a diabetes

Pesquisas recentes apontam benefícios para consumidores, agricultores e toda a cadeia produtiva.

O trigo e seus derivados têm muitos nutrientes que são benéficos à saúde. Entretanto, a quantidade de componentes nutricionais encontrada no trigo pode ser diferente de uma variedade para outra, com algumas oferecendo quatro vezes mais nutrientes. A conclusão é parte do estudo desenvolvido pela HEALTHGRAIN, associação vinculada a União Europeia, que sugere que a biotecnologia deveria investir na adaptação e na produção de novas variedades de trigo que ofereçam benefícios ainda maiores.

Os cientistas envolvidos relatam a descoberta de marcadores para fibras dietéticas, tocoferóis (vitamina E) e esteróis que podem ser usados nos programas de melhoramento do trigo. O objetivo é estimular a produção de alimentos a base de trigo que contenham altos índices desses nutrientes, com potencial para prevenir diferentes tipos de doenças, como 2 tipos de diabetes.

O projeto envolve 40 organizações de 15 países europeus, a exemplo de Bélgica, Alemanha, Hungria, e Polônia. A coordenação está a cargo do Centro de Pesquisas Técnicas da Finlândia. A previsão é que o trabalho seja concluído ainda em 2010.

(12/07/2010)
Disponível em:
http://www.cib.org.br/em_dia.php?id=1286

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Austrália desenvolve arroz com maior teor de ferro

Pesquisas preliminares indicam um aumento de três vezes no teor de ferro do arroz branco. O próximo passo do programa é expandir a tecnologia para outros cereais.

O pesquisador do Departamento de Botânica da Universidade de Melbourne, Alexander Jhonson, está usando a biotecnologia para gerar novas variedades de arroz que contêm teores mais altos de ferro. O processo é chamado de “biofortificação”. As pesquisas preliminares de Johnson indicam um aumento de três vezes no teor de ferro do arroz branco. O próximo passo do programa é expandir a tecnologia para outros cereais, a exemplo do o trigo.

Segundo Jhonson, o arroz geneticamente (GM) modificado em desenvolvimento na Austrália pode contribuir para reduzir a desnutrição no mundo. “Ao contrário dos suplementos minerais, as culturas GM são uma opção mais barata, confiável e sustentável no combate à deficiência de nutrientes como o ferro”, afirma o pesquisador.

De acordo com informações divulgadas pela Universidade de Melbourne, na Austrália, o arroz é um dos grãos mais consumidos em países em desenvolvimento. Em alguns lugares do mundo, a exemplo do sudeste asiático, o cereal representa 80 por cento do total de calorias ingeridas da população local. Entretanto, a variedade conhecida como arroz branco contém pouca concentração de nutrientes como o ferro, importante para o desenvolvimento das crianças.

Fonte: Universidade de Melbourne - Maio de 2010

sábado, 24 de abril de 2010

Fiocruz - Fundação abre oportunidade para desenvolvimento de Bioinseticidas

Publicada em: 16/04/2010

A Chamada Pública nº 1/2010 - Bioinseticidas dirigido a empresas interessadas na transferência de tecnologia para o desenvolvimento e comercialização de Bioinseticidas com ação contra as larvas dos mosquitos da dengue, malária, filariose e contra pragas agrícolas já está aberto.

Com preparação em forma de pó ou comprimido, o agente larvicida tem dentre as suas vantagens competitivas: ser ecologicamente seguro; possuir atividade larvicida econômica; elevada dispersão no local de aplicação; assertividade em escala industrial e ser de fácil aplicação em locais de difícil acesso.

As pesquisas foram executadas no Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz). O pedido de patente prioritário relacionado ao Bioinseticida contra o mosquito aedes aegypt é a BRPI0003314-06 e correspondentes no exterior.

O objetivo deste edital é promover mais um passo na consolidação das parcerias público/privadas no âmbito do Complexo Industrial da Saúde e assim proporcionar para a população brasileira mais um produto oriundo dos esforços nacionais de P&D.

O prazo para as empresas apresentarem a documentação e o Formulário de pré qualificação é 23/04/2010.

A principal diferença deste edital para o publicado anteriormente é a redução no valor da receita bruta exigida da empresa e a não exigência da comercialização anterior de produto similar nos moldes da resolução Anvisa RDC 326/05.

Mais informações na área de Contratos e Transferência de Tecnologia da Coordenação de Gestão Tecnológica da Fiocruz (Gestec): (21)3885-1720, Patrícia Seixas ou Daniel Bartha ou email: gestec@fiocruz.br ou no Núcleo de Inovação Tecnológica de Farmanguinhos( NIT-FAR) (21)3348-5021 com Wanise Barroso.

Leia mais no site de Farmanguinhos/Fiocruz